Existem bandas que, por mais que você tente rotular, é muito, mas muito difícil de encontrar algum lugar onde tal grupo possa ser encaixado. Para muitos isso pode soar prejudicial, uma vez que existem pessoas que buscam conhecer bandas de acordo com uma sonoridade pré-estabelecida. No entanto, para outros (dentro dos quais eu me encontro), essa característica tão pessoal de cada banda faz com que ela se torna diferente, única e porque não dizer, especial. Não ter limites para expor sua arte é algo que deve ser louvado. E se essa identidade vem com qualidade, garra e uma vontade de se fazer ouvir muito acima da média, a banda se torna ainda mais especial. E esse é o caso do UGANGA, grupo mineiro que chega ao seu sétimo trabalho de estúdio, o furioso LIBRE!, primeiro trabalho com a parceria da Xaninho Discos. Thrash Metal, Punk/HC, Rap e até mesmo Dub fazem parte da salada musical apresentada pelo grupo que, em pouco menos de 30 minutos, passa seu recado com maestria.
Manu Joker (vocal), Christian Franco (guitarra), Umberto "Growler" Buldrini (guitarra e voz), Raphael "Ras" Franco (baixo e voz) e Marco Henriques (bateria) apresentam aqui 7 faixas onde todas as influências citadas anteriormente. Com uma bela capa criada por Artur Fontenelle, o EP mostra uma banda coesa e cheia de energia. Prestes a completar 30 anos (o grupo foi formado em 1993), suas composições abrangem variações que nos mostram o quanto uma banda pode soar diferente e única em sua sonoridade. Velocidade, peso, agressividade, pegada visceral e letras conscientes formam um trabalho que não foge às características do quinteto desde seu primeiro trabalho, "Atitude Lotus", lançado em 1993.
"Terra dos Ventos" abre o play e logo de cara, percebemos a veia Thrash/Hardcore do grupo, ainda que as guitarras flertem mais com o estilo que consagrou bandas como Metallica, Exodus e Forbidden. Além disso, a faixa traz a participação especial de Yasmin Amaral, da banda Eskröta. Um refrão forte e carregado de peso é o destaque da composição. O HC/NY é o guia de "Mal Vinda Morte dos Teus Sonhos", um momento bastante intenso do EP. Manu, que em outros tempos empunhou as baquetas do Sarcófago, possui um timbre propício à sonoridade executada pela banda, ainda que muitas vezes seu lado mais metal acabe se sobressaindo, criando uma atmosfera totalmente crossover. Já "Alguidar" seria uma faixa bem fora de contexto, não fosse ela uma composição do UGANGA. Um Dub, com vocal rapeado e com pouco mais de um minuto, acaba servindo de preparação para "Retrovisor", uma pedrada HC, onde a banda eleva o nível de velocidade e agressividade de suas linhas de composição. As guitarras de Christian e Umberto encaixam de forma precisa, algo fundamental quando falamos em Hardcore.
A faixa título, por sua vez, possui uma atmosfera bem singular, pois começa de uma forma bastante simples, me lembrando um pouco o que o Charlie Brown Jr poderia ter feito se fosse uma banda de metal (vejam bem, não estou comparando as duas bandas). A intensidade do refrão é forte, com um peso dosado da maneira correta. "ISO 666" é puro Punk/HC e, acredito, será um dos momentos mais violentos nos shows do grupo, o que não é nenhuma novidade. O EP se encerra com "Depois do Dub", que como o nome entrega, traz o estilo com uma levada tipicamente UGANGA.
LIBRE! é um trabalho que tem a cara do UGANGA: pesado, intenso, veloz e agressivo. Sem se prender a rótulos ou a modismos, o grupo segue firme em sua incansável batalha de executar sua música livre de paradigmas ou imposições. Ou seja, LIVRE.
Autopsy – “Morbidity Triumphant” (2022) Peaceville Records
A representação mais essencial e fidedigna do que convencionou-se chamar de Death Metal é encontrado em toda sua inefável magnitude em "Morbidity Triumphant", mais novo trabalho dos americanos do Autopsy.
Remanescentes de um cenário povoado por panteões do estilo (não é exagero creditá-los como um dos precursores da vertente mais selvagem e visceral da coisa), esses digníssimos senhores trazem nesse mais recente álbum alguns momentos de puro deleite para apreciadores daquele Death Metal mais orgânico e direto, onde a brutalidade em todos os aspectos é a verdadeira força vital.
"Morbidity Triumphant" já chama a atenção pelo aspecto visual, ostentando uma belíssima e - ao mesmo tempo -, grotesca obra do grande artista Wes Benscoter em sua capa. Realmente, se essa não for a capa mais impactante do ano, certamente está entre as cinco mais. E a representação de todo esse cenário estarrecedor vem acompanhada de uma trilha sonora mais que perfeita.
O ambiente é banhado em sangue e demais fluídos orgânicos já com o início acachapante de "Stab the Brain". Composição rápida e direta, forjada no mais absoluto peso abissal, apresentando aquela tão característica estrutura utilizada pela banda, intercalando dinamismo com alguns pontuais trechos cadenciados em seu decorrer. Sem sombra de dúvida, é o primeiro destaque do disco.
O ritmo é mantido de forma coesa, como toda banda que possui forte identidade arraigada à sua arte. Poucos segundos de audição e já sabemos do que se trata, o que é um quadro raro, haja vista a avalanche de bandas que preenchem esse contexto musical atualmente. Não adianta inventar moda, como dizia meu saudoso avô. Os mestres serão sempre insuperáveis!
O peso e a densidade das composições certamente estão entre os mais eficientes da trajetória da banda. Os riffs dissecantes de Danny Coralles e Eric Cutler (guitarras) estão mais diretos do que nunca, soando altos, potentes e “na cara”. A produção é excelente, mas faz questão de deixar tudo bem simples, objetivo, mantendo a atmosfera o mais sepulcral possível, preservando assim as características do velho Autopsy transportadas para os tempos atuais.
A cozinha é outro ponto a ser salientado, mesmo porque o mestre de cerimônia, o arauto da desgraça, Chris Reifert (vocal e bateria), parece regurgitar as entranhas a cada verso proferido enquanto surra sua bateria como se sua vida dependesse daquilo (bem, e de fato depende mesmo). Suas linhas de voz estão literalmente assustadoras como nunca se viu. No baixo, temos Greg Wilkinson (Death Grave, Static Abyss, Leather Glove) estreando de maneira bastante competente, marcando as músicas em acordes de baixo maciços, gordos, perfazendo o substrato correto para o bom desenvolvimento das composições.
Já me estendi demais (é o que acontece quando discorremos sobre bandas do coração) e peço perdão por isso. A tarefa pra enumerar destaques é sofrida, afinal o álbum todo se completa com primazia, mas “The Voracious One” (com sua pegada quase Stoner), a mórbida “Flesh Strewn Temple” e sua estrutura arrastada aos melhores moldes das formações mais sórdidas do Doom e “Knife Slice, Axe Chop” (uma das mais aviltantes do disco. Uma paulada direto no epicentro do crânio!) são as que mais me chamaram a atenção num primeiro momento.
Por fim, “Morbidity Triumphant” é tudo aquilo que esperávamos e até um pouco mais: a consolidação do legado de uma das bandas mais influentes do estilo de todos os tempos. Como o próprio título bem especifica: é o triunfo da morbidez. Simples assim.
Hard Rock, Prog Metal, AOR, Blues, Heavy Metal, Rock n' Roll. Uma banda técnica, competente e de extremo talento. O melhor vocalista em atividade no Brasil. Pronto. Estamos diante de um dos melhores álbuns lançados por um grupo brasileiro em 2022. VOYAGER, novo trabalho do MARENNA, que será lançado pela Lions Pride Music no dia 30 de setembro, é uma aula de classe, bom gosto, mas acima de tudo, de paixão pela música. Impossível não se emocionar com a garra, energia e entrega presentes nas 12 faixas que compõem o álbum. E segundo o próprio Rod Marenna, esse é seu trabalho mais completo, abrangente, audacioso e carrega consigo todas as suas influências. Ouvindo o álbum, temos a certeza absoluta de que ele está certo!
Além de Rod Marenna, que parece ter evoluído ainda mais como vocalista e intérprete, completam a formação da banda o guitarrista Edu Lersch, o baixista BIFE, o tecladista Luks Diesel e o baterista Arthur Schavinski. Ou seja, um time de peso, com músicos experientes, técnicos, mas acima de tudo, que colocam a música em primeiro lugar, sem a necessidade de malabarismos que na realidade só servem pra satisfazer o ego de quem os pratica. Produzido por Mauro Caldart, o álbum foi mixado e masterizado por Jonas Godoy e o resultado deixou o "classic melodic rock" do grupo num nível de excelente audição, pois percebe-se todos os instrumentos com nitidez sem com que o peso (para o estilo praticado pelo Marenna) seja deixado em segundo plano.
"Breaking the Chains", faixa que foi disponibilizada como single, abre o álbum e nos dá uma bela amostra do que teremos pela frente. Melodias marcantes, uma linha de voz carregada de felling e um refrão que não sai mais da cabeça após a primeira audição. As influências de Hard Rock e AOR são a tônica, mas os solos de guitarra mostram toda a classic do melodic rock. Na sequência, "Out of Line" traz uma pegada mais moderna e atual, com Rod variando sua forma de impostar a voz, indo do mais simples ao mais rasgado sem dificuldade. BIFE e Arthur 9baixo e bateria, respectivamente) se encarregam de entregar à composição o peso necessário, mostrando toda sua versatilidade. "Gotta Be Strong" traz uma aura oitentista, ainda que não soe datada em nenhum momento. Rod, mais uma vez, consegue navegar com facilidade por momentos mais intensos e outros mais suaves, criando linhas vocais de extremo bom gosto. E pra criar ainda mais um clima 80's, na parte final o refrão ganha aquela paradinha característica com a bateria. Um dos grandes destaques do trabalho! O lado mais AOR do grupo surge em "Wait", fato esse que ganha mais intensidade pelos teclados de Luks Diesel, ainda que a guitarra de Edu traga um solo inspirado pelo mestre Neal Schon. a bela balada "I Ain't Stranger to Love" mostra o lado mais suave do grupo com uma bela melodia.
. "Hold Me" mostra um entrosamento e coesão entre Luks e Edu digno das bandas clássicas de Hard/AOR, enquanto Rod se candidata, mais uma vez, ao posto de melhor vocalista brasileiro nas votações de sites e revistas especializadas. Já "Perfect Crime" traz o lado mais Hard Rock de volta, com uma pegada mais voltada ao lado europeu do estilo. O refrão ganha bastante intensidade, seja pelos vocais de Rod, seja pelas linhas de guitarra de Edu "Voyager", faixa título, apresenta o lado mais "Heavy" do grupo, ainda que as principais características, voltadas ao HArd/AOR, continuem presentes de forma bastante consistente. Destaque para as linhas de bateria que trazem aquela "marcação" com uma carga de peso. O que segue com a faixa seguinte, a pesada e variada "Too Young To Die", dona de riffs muito interessantes e que ganham o acompanhamento de solos muito bem encaixados e inspirados. Os vocais mostram força, técnica e talento entregando à faixa muito mais do que uma simples interpretação. "We Are United" dá um clima de suavidade ao andamento do trabalho, com melodias simples, mas muito eficientes enquanto "Wherever You Go" traz novamente o lado Hard/Heavy á tona, com uma ênfase maior ao lado melódico da composição, mesmo que o peso esteja presente. Pra encerra, "So Close" cover da dupla Hall & Oates, um clássico do final dos anos 80 e que ganhou uma bela interpretação, fechando de forma brilhante o trabalho.
Ainda que o Brasil seja um país que não valoriza seus talentos (com raríssimas exceções), já passou da hora do público rocker do país conhecer e reconhecer o talento do MARENNA. Músicos talentosos e técnicos, composições de extremo bom gosto e um vocalista muito, mas muito acima da média do que vemos sendo aclamados por aí, fazem de VOYAGER um dos melhores álbuns lançados neste ano. Se você gosta de música boa, de qualidade e feita com sentimento pode ir sem medo.
Dia de tempestade tem noite de tempestade, já diz um velho ditado. Uma sexta-feira com muita chuva em Porto Alegre, mas uma noite propícia para um show de Death Metal, com duas bandas clássicas da cena do Metal da Morte mundial, Suffocation e Incantation, veteranas dos anos 90, e com a abertura da banda gaúcha Atropina. O local escolhido para acolher a carnificina foi o OCulto, lugar ótimo para esse tipo de evento, tendo em vista o seu aspecto e clima underground, porém bem localizado e com boa estrutura para receber o público.
Ainda com o público chegando ao local, a banda gaúcha da cidade de Teutônia, Atropina, deu início ao massacre, pontualmente as 20h30. Com seu Death metal ríspido, porém muito bem executado, encontramos passagens mais old school, como também momentos que notamos a influência de Thrash e Doom Metal. Um grande diferencial, é que as letras (muito bem escritas) da banda são em português. Já com uma grande bagagem, e experiência, (a banda que foi formada em 1996), tomou conta do palco e ganhou a plateia logo no início com "Degeneradas Civilizações", Lágrimas Mortas" e a que dá título ao mais recente trabalho " Prego em Carne Podre". O Quinteto prima pela técnica apurada de todos os integrantes, mas o destaque vai para o vocalista Murilo Rocha, dono de uma performance única e peculiar, capaz de manter todas as atenções nele. Atropina fecha a sua apresentação após 40 minutos, com "Blasfêmia Eterna", uma sarrafada que fica na memória após a sua execução. Para quem não conhece, procure conhecer Atropina, uma excelente banda.
Às 21h30, sobe ao palco o Incantation, uma das bandas mais clássicas da primeira leva do Death Metal do início dos anos 90. Capitaneados pelo mentor John McEntee, despejando de início "Propiciation" do mais recente trabalho, "Sect Of Vile Divinities". O som estava ótimo, e a performance da banda excelente, com muita interação com a platéia. McEntee lembra bastante Max Cavalera, tanto na performance, como fisicamente, e parecia estar bem feliz em voltar a Porto Alegre (Se não estou enganado, esta deve ser a terceira passagem do Incantation pela cidade). Priorizando apresentar músicas do já citado último álbum, o Incantation não deixou de executar também boa parte do seu catálogo. Destaques para "Forsaken Mouring Of Angelical Anguish", "Rotting Spirit Embodiment", "Pest Savagery" e " Impending Diabolical Conquest". Com pouco mais de uma hora de show, o Incantation finaliza uma excelente apresentação com "SIege Hieve", também do último álbum. Após o final John McEntee distribuiu palhetas e tirou fotos com os presentes, distribuindo simplicidade e simpatia.
Após os dois ataques brutais da noite, o OCulto permanecia em pé, e o bom público (cerca de 250 pessoas) parecia não estar cansado, e aguardava ainda com ansiedade o início do Show do Suffocation. E a banda sobe ao palco as 23h, para acabar de destruir o que ainda existia de pé no recinto. Com a liderança do guitarrista e único membro original Terrance Hobbs, "Liege Of Inveracity", primeira música do clássico primeiro álbum "Effigy Of Forgotten" abre os trabalhos, seguida pela faixa título da mesma obra definitiva do Suffocation. Com um estilo mais técnico que o Incantation, o Suffocattion também ganhou o público já nas primeiras notas, que agitava junto com a banda como se a noite tivesse recém iniciado. O vocalista Ricky Myers não deve nada ao vocalista original Frank Mullen, que se retirou da cena musical em 2019. Destaques do set list do Suffocation ficam para "Clarity Through Deprivation" do último álbum de estúdio "Of the Darlk LIght" (2017), "Jesus Wept" (mais uma do primeiro álbum), "Breeding The Spawn" e " Funeral Inception". O Suffocation fecha a noite então com " Infecting The Crypts" do EP de mesmo nome lançado também em 1991.
Chegava ao fim uma memorável noite para os fãs de Death Metal, que com certeza foram para casa ansiosos por outra noite como a desta de 09 de setembro. Parabéns e agradecimentos para as produtoras IDL e KLF pela excelente produção e realização do evento.
Esta é a primeira vez que um grande festival de rock europeu desembarca no Brasil trazendo toda a excelência e grandiosidade de uma marca como a do Summer Breeze Open Air, construídas em 25 anos de existência.
Para vídeos e fotos, acesse: http://tinyurl.com/52y6b8ek
Com sua edição especial de 25 anos aconteceu neste fim de semana, em Dinkelsbühl/Alemanha, o megafestival Summer Breeze Open Air realizou uma coletiva de imprensa especial e anunciou, entre outras coisas, parte do lineup de sua primeira edição fora de seu país de origem, que acontece no Memorial da América Latina (São Paulo), nos dias 29 e 30 de abril de 2023. O evento contou com a presença dos realizadores brasileiros Rick Dallal e Claudio Vicentin, além de Bruno Gomes – diretor executivo do projeto.
Aqui no país, o evento contará com quatro palcos distribuídos pela estrutura e que receberão mais de 40 nomes das diversas vertentes do rock. Entre eles já estão confirmados:
Stone Temple Pilots
Avantasia
Kreato
Accept
Stratovarius
Sepultura
Testament
Marc Martel
Skid Row
Grave Digger
H.E.A.T.
Shaman + Viper + Felipe e Rafael (Angra) – Homenageiam Andre Matos*
Benediction
Perturbator
Voodoo Kiss
Beast in Black
Project46
Cryptao
João Gordo (Brutal Brega)
*Uma homenagem ao maestro e eterno ídolo do metal no Brasil, Andre Matos, será preparada e trará ao palco para um show inesquecível duas das bandas em que o músico atuou: Shaman, Viper, junto com integrantes do Angra.
“Diferente do que acontece na Alemanha, pensamos em trazer um mix de vertentes do rock para o Brasil. Esta é só uma amostra do que vem para cá ano que vem, faltando ainda anunciarmos algumas bandas do lineup, incluindo os headliners, palestras e outros conteúdos exclusivos e originais - como no caso da homenagem ao Andre Matos. O que já parece bom, ficará ainda melhor.”, comenta Rick Dallal, Free Pass Entretenimento.
Estão previstas quase 30 horas de música rolando nos dois dias de evento. E, como tradicionalmente ocorre nos festivais europeus, o público poderá aproveitar uma atmosfera única que vai além dos shows em si, pois a estrutura do evento abrigará opções de entretenimento diversas, proporcionando uma experiência inesquecível:
- Gastronomia diversa e com a culinária alemã presente
- Feira Geek
- Feira de Cultura Urbana e Tatuagens
- Lojas com diversos produtos relacionados a cultura da arte e da música
- Merchandising variado do festival e das bandas participantes
- Um verdadeiro espaço kids com brinquedos diversos e monitoria
- Sessões de autógrafos com as bandas presentes no festival
- Side Shows acontecendo na Audio, antes e após às datas do festival
O evento aqui no Brasil acontecerá anualmente e fará parte do calendário oficial da cidade de São Paulo - contando com o apoio da Prefeitura da cidade de São Paulo e do Governo do Estado. Com isso, o festival espera dar visibilidade a bandas nacionais e estrangeiras e gerar muitos empregos diretos e indiretos.
“É a hora de o Brasil ser, através de São Paulo, a segunda casa da marca Summer Breeze. São Paulo é uma cidade que respira rock, onde os shows do estilo sempre acontecem de casa cheia desde os anos 90. Esperamos mais de 30 mil pessoas neste evento, que só tem a agregar positivamente à capital. Estamos muito felizes em poder trazer o melhor festival de rock da Alemanha para cá. E ele veio para ficar!”, completa Claudio Vicentin, Roadie Crew.
Mais informações sobre atrações, headliners, experiências e palestras no evento serão divulgas em breve.
A data da abertura de vendas de ingressos será anunciada em breve.