quarta-feira, 7 de outubro de 2026

SLAYER - REIGN IN BLOOD 40 ANOS

 


REIGN IN BLOOD 40 ANOS - OS 29 MINUTOS QUE MUDARAM O METAL PARA SEMPRE

Quatro décadas após seu lançamento, REIGN IN BLOOD permanece como o ápice insuperável do THRASH METAL e o divisor de águas que redefiniu a música pesada para sempre

Lançado em outubro de 1986 sob a produção revolucionária de Rick Rubin, REIGN IN BLOOD, o terceiro álbum de estúdio do SLAYER, não apenas redefiniu os limites da música pesada, mas ergueu-se como o marco zero indiscutível e o ápice arquitetônico do THRASH METAL mundial. Em escassos 29 minutos e 03 segundos de uma agressividade visceral e sem precedentes, o quarteto californiano — composto por Tom Araya, Kerry King, Jeff Hanneman e Dave Lombardo — destilou a fúria urbana, a paranoia política e o horror existencial em um turbilhão de riffs velozes como rajadas, vocais cortantes e uma bateria de precisão cirúrgica que reconfigurou o padrão de velocidade e técnica do gênero. Ao completar quatro décadas de existência, a obra transcendeu o próprio tempo: longe de soar como uma peça de museu ou um artefato datado dos anos 80, o disco permanece como uma tempestade sonora irretocável que pavimentou o caminho para o death metal, o black metal e praticamente todas as ramificações extremas do heavy metal moderno, mantendo-se até hoje como o padrão ouro absoluto e a cartilha definitiva de como transformar velocidade, precisão e obscuridade em pura arte transgressora. Confira a opinião da nossa equipe sobre esse clássico indiscutível do metal:

"Ter uma vida no Metal e Rock te dão experiências maravilhosas e únicas, como lembrar perfeitamente quando você teve contato pela primeira vez com um álbum, há quarenta anos, por exemplo. Eu, com 15 para 16 ano já estava totalmente possuído pelo Slayer, ouvia todo o dia em fita k7 o "Show no Mercy" e o "Live Undead". Quando chegou o "novo" Slayer, na Méca do Metal Gaúcho a Megaforce, o impacto dos primeiros acordes de "Angel Of Death" explodiram nas caixas de som, e a sensação de nunca ter ouvido nada igual permanece até hoje. Jeff Hanneman, Kerry King, Tom Araya, Dave Lombardo (as reservas morais do Thrash Metal, como diria o saudoso Alborghetti), junto ao produtor Rick Rubin confeccionaram "Reign In Blood", a "Guernica" do Metal, uma obra prima sangrenta, brutal e insuperável até os dias de hoje."
José Henrique Godoy

"Se o Thrash Metal rápido e visceral pode ser definido em um único álbum, esse álbum é “Reign in Blood”! Só o fato de ter “Angel of Death” em uma ponta e “Raining Blood” na outra, já faz deste, um sério candidato ao posto de maior disco de Heavy Metal de todos os tempos! O Slayer conseguiu aqui colocar toda sua fúria, em pouco mais de 30 minutos. É puro ódio, pura sujeira (no bom sentido), pura carnificina e com o perdão do trocadilho infame, puro reinado de sangue! Indispensável!"
Mauro Antunes


"Conheci o Slayer com o álbum "South of Heaven", e, talves por isso, ele seja até hoje meu preferido. Mas como negar que "Reign in Blood" é o maior sinônimo de peso, velocidade e violência dentro do Heavy Metal? A começar pela capa tosca (como quase todas da banda), passando pela produção esplendorosa de Rick Rubin e nos entregando faixas como " Angel of Detah" ( se algum dia um extraterrestre lhe abordar perguntando como se traduz violência em forma de música, pode mostrar essa faixa pra ele), "Piece by Piece", "Necrophobic", "Altar of Sacrifice", "Jesus Saves" (Jesus, que música é essa?), "Criminally Insane", "Reborn", "Epidemic", "Postmortem" e o hino de toda uma geração, a maravilhosa "Raining Blood" (quem nunca bateu em uma porta no ritmo da entrada de bateria dessa música não viveu corretamente), o SLAYER em 29 minutos, fez um estrago maior que muitas bandas em suas discografias. Um clássico, sem nenhum tipo de discussão. Pois, afinal de contas:
SLAAAAAAAAAAYYYYEEEERRRRRR!"
Sergiomar Menezes

"Muitos clássicos moldaram o heavy metal no ano de 1986, mas " Reign in Blood" foi algo tão mortal, ríspido e violento em termos de Thrash Metal que os parâmetros de metal extremo foram totalmente reavaliados: era preciso um maior nível de insanidade e brutalidade pra se manter no reinado de sangue que viria a partir deles"
Gustavo Jardim


"
Reign in Blood é um soco na cara! Mal tem tempo pra uma respiração e a surra continua, pra mim, no contexto da época, é o álbum mais brutal já lançado! Fora que dois dos clássicos absolutos da banda estão nele, Angel of Death e Raining Blood.  Letras extremas, músicas extremas, capa extrema! A obra prima do Slayer até os dias de hoje."
Márcio Jameson

"Em 1986, o Slayer colocou o thrash metal em outro patamar com "Reign in Blood". Curto, brutal e sem espaço para respirar, o álbum capturou toda a fúria e velocidade que definiam a cena naquele momento, tornando-se um marco do metal extremo. Quatro décadas depois, continua sendo uma referência incontestável e um dos discos mais influentes e devastadores já lançados pelo gênero. "Reign in Blood" não envelheceu: continua soando como uma ameaça."
Fernando Aguiar


"O Slayer não fez apenas um disco. Fez um ataque frontal. 28 minutos de velocidade, violência, precisão e uma fúria que redefiniu o thrash metal para sempre. De Angel of Death a Raining Blood, não existe gordura, não existe descanso, não existe concessão. É brutalidade organizada em forma de música. Quatro décadas depois, milhares de bandas tentaram alcançar esse nível de intensidade. Mas falharam miseravelmente. Reign in Blood não envelheceu. Continua perigoso. Continua insano. Continua Slayer.🤘SLAAAAAYEEEER!!! 🤘"
Jay Kay

"Se você curte música pesada, música agressiva, Reign in Blood é um dos ápices. Para mim, é o ápice. Reign in Blood — é sangue jorrando por todos os lados. E começa com “Angel of Death”. Quando os riffs cerebrais de Jeff Hanneman e Kerry King começam a rasgar tudo, você percebe que aquilo não foi feito para ser confortável. A primeira vez que você coloca o disco para tocar e Tom Araya solta aquele grito infernal, não tem mais volta. Depois daquilo, nada mais faz sentido. “Jesus Saves”. Olha o título. Pensa: como assim, Jesus Saves? E não, Jesus não te salva.É uma voadora no meio do peito de quem não está preparado para tamanha brutalidade.
E aí vêm “Piece by Piece”, “Necrophobic”, “Altar of Sacrifice”, “Criminally Insane”... não existe espaço para respirar. Quando você acha que o Slayer vai aliviar, ele simplesmente acelera de novo e joga mais um caminhão de riffs na sua cabeça. Não sei como cabeças não saem rolando com os “esmurros” que Dave Lombardo dá no seu kit de bateria. Aliás, Lombardo é o mestre — o grande alienígena dos bateristas. E quando chega “Postmortem”, aquele “Do you wanna die?” já é perfeito. Só que aí você sabe o que vem depois. “Raining Blood”. Acredito que não precisa trazer qualquer comentário. Você e eu sabemos o que essa música causa. 40 anos de um reino em sangue e brutalidade — de um álbum obrigatório, seja para os velhos, seja para os novos adolescentes espinhentos."
William Ribas