sexta-feira, 13 de março de 2026

NITE STINGER - WHAT THE NITE IS ALL ABOUT (2026)

 


NITE STINGER
WHAT THE NITE IS ALL ABOUT
Pride & Joy Music/Believe - Importado

Enquanto muitas bandas buscam modernizar o hard rock com elementos contemporâneos ou explorando outros estilos, o NITE STINGER opta por um caminho um pouco diferente: adotar com entusiasmo o espírito clássico do gênero. Em WHAT THE NITE IS ALL ABOUT, o grupo apresenta um álbum que funciona como uma autêntica declaração de amor ao hard rock dos anos 80 — repleto de riffs caprichados, refrãos cativantes e aquela atmosfera característica de noites com amplificadores no volume máximo. Um passo a frente de seu antecessor, o bom "Nite Stinger" lançado em 2021. Saindo pela Pride & Joy Music e distribuído pela Believe, o grupo mostra que veio pra ficar em um cenário instável, mas com bandas de muita classe e talento.

Formado por Jack Fahrer (vocal), Bento Mello (baixo), Ivan Landgraf (guitarra), Bruno Marx (guitarra), Leandro Araújo (bateria) trazem um trabalho que conta com 11 faixas e chega para reforçar a identidade do grupo, apostando em riffs marcantes, harmonias de guitarra bem construídas e vocais carregados de energia. Produzido por Bento Mello e Henrique Canalle (Spektra), os quais também ficaram encarregados da mixagem e masterização. O álbum preserva a temática que celebra a vida noturna e o clima do hard rock, com as participações de Stevie Rachelle (vocal, Tuff e Tales From The Porn) na faixa título, e do ex-integrante e guitarrista Roger Benet no single e do vídeo musical "Only You".

O álbum abre com "You Know Why", um Hard Rock pegado com riffs típicos, mas com aquela pegada atual, mostrando que apesar de resgatar uma sonoridade "das antigas", o grupo agrega um estilo mais atual em sua identidade. A faixa soa forte, deixando claro o clima que o álbum carrega consigo. Na sequência, "Your Own Way to Be", é mais cadenciada, pesada e intensa. No entanto, a melodia é ótima para que as linhas de guitarram desenvolvam seus riffs de forma certeira. "The Night is Never Over" (título propício, não?), vem em seguida e tem um clima meio Sunset Strip, pois apesar das guitarras em profusão, aquela atmosfera sacana fica ao redor da composição durante sua execução. Dá pra imaginar aqueles clubes de strippers esfumaçados enquanto se ouve a faixa... Aquela veia Hard/Heavy do grupo se mostra mais presente em "Love & Freedom", enquanto "Only You" foi escolhida como primeiro single do trabalho. A faixa traz a participação do ex-guitarrista Roger Benet. Os riffs trazem um arranjo mais melódico, soando mais como bandas atuais (H.E.A.T.), porém sem perder o peso. A faixa também possui um clipe dirigido e editado por Leonardo Xavier, com assistência de Danny Poison.

Se a banda tem por característica resgatar a sonoridade mais anos 80 nesse trabalho, "Fantasy" acerta em cheio! Falando sobre um relacionamento e suas fantasias, a faixa mostra o lado mais instigante do grupo. Refrão de fácil assimilação e melodias bem desenvolvidas fazem dela um dos destaques do álbum. Assim como a faixa título que traz a participação de Stevie Rachelle, que deu uma cara mais "hard" à música ao adicionar sua voz bem característica. Outro ótimo momento do trabalho! Aqueles corais clássicos são adicionados ao início de "High Above", um Hard bem composto e executado. Já "Highway Bound" é a faixa mais próxima daquele Heavy/Hard, tanto que a introdução me trouxe a mente "Bark at The Moon", de... vocês sabem quem. Coincidência ou não (ou loucura da minha cabeça), a faixa é bem legal e é dona de um refrão marcante. E como não poderia deixar de ser, "All the Love That You Need", é aquela "power ballad" que todo disco de Hard Rock tem e precisa ter. E aqui, ela faz jus a sua presença, com uma bela melodia e interpretação de Jack Fahrer, que mostra versatilidade em cantar de forma mais melódica. O álbum fecha com "Reach the Sky", com peso, energia e diversão, encerrando o trabalho com o clima lá em cima.

O NITE STINGER não pretende reinventar o Hard Rock. E alguém disse que precisa? Fazendo aquilo que sabem, agregando influências do hard anos 80 com uma sonoridade atual e moderna, o grupo mostra que veio pra ficar. WHAT THE NITE IS ALL ABOUT apresenta uma banda madura, com personalidade e energia pra "espalhar a palavra" num mundo que tá chegando ao limite. Desse jeito, o Hard Rock não só nos diverte, mas alivias  as agruras dos dias atuais...

Sergiomar Menezes

Foto: Danny Poison





BRYAN ADAMS - ROLL WITH THE PUNCHES TOUR - 11/03/2026 - ARAÚJO VIANNA - PORTO ALEGRE/RS

 


BRYAN ADAMS
ROLL WITH THE PUNCHES TOUR
11/03/2026
ARAÚJO VIANNA
PORTO ALEGRE/RS
Produção: EntreLike/Mercury Concerts

Texto: José Henrique Godoy
Fotos: Carolina Capeletti Peres (capa)/ Edu Defferrari 

Bryan Adams dispensa apresentações, é um dos músicos mais bem sucedidos do Rock/Pop Rock de todos os tempos. Com uma carreira cheia de hits , o cantor e multi-instrumentista canadense também têm grande popularidade no Brasil, porém ao contrário de outros artistas internacionais, não são muito frequentes suas visitas por aqui.

Todos esses fatores justificaram um Auditório Araújo Vianna completamente lotado na noite de onze de março. Segundo relatos, quando as bilheterias abriram no inicio da noite havia apenas cerca de quarenta ingressos à venda, que por óbvio se esgotaram rapidamente. E nada melhor que casa cheia para celebrar uma noite de boa música.

O telão no palco exibia uma imagem de Bryan Adams com um roupão de boxeador, escrito “Roll With The Punches“ nome do seu ultimo lançamento e que também batiza a atual turnê. Conforme se aproxima o horário do inicio do show, algumas situações “inusitadas” começam a acontecer no telão, ao redor da imagem de Adams, como um idoso de cadeira de rodas arrastando um carro com uma corrente, uma judoca que desfere alguns golpes e um cachorro que surge dando um passeio aleatório pela tela,

Próximo das 21h30, Bryan Adams surge no meio da plateia apenas com seu violão no formato acústico: “Can´t Stop This Thing We Started”, “Straight From The Heart” e “Lets Make A Night To Remember” são tocadas. Este formato de início de show, vem sendo executado durante toda a turnê atual, porém mesmo assim boa parte do público se mostrou surpreso.


Após a trinca inicial, Brian se dirige ao palco onde se junta à Luke Doucet (guitarras), Pat Steward (bateria) e Gary Breit (teclados) e dão inicio a “Kick Ass”, do álbum de 2022 “So Happy It Hurts”. Começava então um desfile de canções clássicas e atemporais de um artista que não sabe o que é derrota. Bem humorado e brincalhão, Bryan Adams divertiu e se divertiu no palco do Araújo Vianna: brincou que aqui no Brasil, as pessoas pronunciam seu nome como se fosse uma palavra só: “Bryanadam”. Em outro momento pegou alguns cartazes dos fãs mais próximos e começou a ler e interagir com os mais próximos do palco.

Outro fator interessante era o contraste da simplicidade da banda no palco (apenas quatro caras com seus instrumentos) com a exuberância visual do telão de Led e suas projeções. Todos os presentes receberam também uma pulseira de Led, que reproduziam as luzes do palco ao som das músicas executadas.


Na parte musical, Bryan apostou em todos os seus clássicos, mas também incluiu músicas mais recentes no set, como “ So Happy It Hurts” (nesta uma réplica inflável do carro do vídeo da música sobrevoa o Araújo Vianna, com faróis acesos e tudo mais). Porém o momento mais hilário ocorreu durante “You Belong To me”, quando sob incentivo de Adams, vários fãs tiraram as camisetas e giraram sob a cabeça. Foi divertido ver vários tiozinhos mostrando suas barriguinhas não tão saradas e dançando. Mas como falam, o que vale é ser feliz e se divertir. Durante as baladas como “Please Forgive Me”, “Have You Ever Loved A Woman” e “Everything I Do - I Do it For You” foi possível assistir vários casais dançando como se estivessem em uma reunião dançante na garagem dos pais. Estes momentos mais românticos se alternavam com a hora do “Rock-Arena” de canções como “Run To You” e “Somebody” onde o público cantava as letras de ponta a ponta. Neste quesito a mais que clássica “Summer Of 69” foi a mais ovacionada e entoada.


E ao final de mais de duas horas de espetáculo, Bryan Adams que tocou guitarra, baixo, harmônica e cantou perfeitamente com sua potente e característica voz, finaliza o show como começou: violão e voz interpretando “All For Love”. Um show excelente em uma “noite para se recordar“, como diz a música do nosso protagonista, que prometeu voltar o mais rápido possível. Nós vamos aguardar Sr. Adams. Agradecimento especial à Mercury Concerts e Entrelike pelo credenciamento e gentileza e ao staff do Auditório Araújo Vianna.



quinta-feira, 12 de março de 2026

IRON SAVIOR - AWESOME ANTHEMS OF THE GALAXY (2026)

 


IRON SAVIOR
AWESOME ANTHEMS OF THE GALAXY
Reigning Phoenix Music - Importado

Uma coisa que não se pode falar de Piet Sielck é que ele é acomodado! Durante seus quase 30 anos de carreira, o Iron Savior gravou inúmeros covers, em especial, do Judas Priest, banda do coração do dono da porra toda! Porém, alguns covers fugiram do padrão tradicional e fugiram totalmente do gênero Rock e Heavy Metal. Exemplos, são vários: “Crazy” (Seal), “Underneath the Radar” (Underworld), “Run to You” (Bryan Adams) e “Sweet Dreams” (Eurythmics) são os que me recordo no momento.

O Iron Savior é uma máquina que não tem receio de fazer o que lhes derem na cabeça e resolveram expandir seus horizontes e se aventurar por uma arriscada empreitada de fazer um álbum de covers com hits grandiosos que nada tem a ver com o estilo que tanto amamos.

A experiência já começa a se tornar maluca ao vermos a capa e o título do trabalho. Aqui, é tudo nostalgia, tudo anos 80, temos clássica da música Pop, clássicos temas de trilhas sonoras, outras não tão clássicas assim, enfim, tudo aquilo que as pessoas que tiveram o privilégio de ser daquela geração ouviram a exaustão.

Boa parte das faixas nós já reconheceremos apenas pelo nome, como “Maniac” e “What a Feeling” (Michael Sembello e Irene Cara, respectivamente), presentes na trilha sonora do filme “Flashdance” (1983), clássicos absolutos dos anos 80. Quer mais? “Take on Me” (A-Ha) não poderia faltar, e aqui não faz feio (veja o clipe abaixo).

A faixa que mais se aproxima do bom e velho Rock & Roll, é a clássica “Separate Ways” (Journey), uma música que já recebeu tantos e tantos covers diferentes ao longo dos anos, que aqui não se transformou em algo tão especial, parecendo um mero tapa buracos. Não chega a destoar, mas fica aquém das demais.

Tudo é legal pra quem gosta de Power Metal, mas indiscutivelmente, onde os caras mais ousaram foi em transformar as baladas melosas dos bailinhos dos anos 80 em furiosos hits metálicos. Não acredita? Ouça, “She’s Like the Wind” (Patrick Swayze), aquela mesma do também clássico filme “Dirty Dancing” (1987), e principalmente, “Forever Young” (Alphaville), uma das mais melosas baladas da história da música. Sim, eles conseguiram deixa-la soando um estridente e poderoso Power Metal. Pra mim, a melhor do disco! Ouça e delire (ou não!).

Uma de minhas frustrações é nunca ter visto o Iron Savior ao vivo. Com tantas e tantas bandas em um festival como Bangers Open Air, por exemplo, será que realmente não há um lugarzinho pra eles? Na boa, acho que sim, a banda tem muitos fãs no Brasil.

Se a ideia de Piet Sielck era se divertir, ele o fez tão bem que transformou um disco de covers em algo realmente especial. “Awesome Anthems of the Galaxy” é pura diversão, nostalgia e até emoção. Um dos melhores álbuns de covers de todos os tempos, recomendado para fãs de Power Metal e Heavy Metal em geral. Ouça alto!

Mauro Antunes









quinta-feira, 5 de março de 2026

DEVIL'S CIGARETTE - MEET ME ON THE FLOOR TONIGHT (2026)



DEVIL'S CIGARETTE
MEET ME ON THE FLOOR TONIGHT
Wild Kingdom/Sound Pollution - Importado

Sabe aquele tipo de disco que, logo no primeiro acorde, você já sente vontade de abrir uma cerveja, aumentar o volume e esperar os vizinhos que só ouvem música boa graças a você, começarem a te agradecer novamente? Pois é, MEET ME ON THE FLOOR TONIGHT o novo trabalho do DEVIL'S CIGARETTE, é exatamente desse tipo. Desde que se formaram em Estocolmo em 2023, o grupo construiu rapidamente sua reputação como uma banda a ser observada, com seus shows explosivos, energia incessante e capacidade de se destacar no meio do barulho. Isso tudo os levou de lugares apertados no porão a se tornarem um dos nomes mais comentados na nova onda de rock da Suécia. Sim, de novo, da Suécia. 

Adam Berg (vocal), Alexander Bergfeldt (guitarra), Miles Martin (guitarra), Lucas Kinari (baixo) e Kasper Brättemark (bateria - que gravou o álbum mas depois foi substituído por Iggy Lindén), são cinco garotos que decidiram resgatar o rock n' roll na sua essência, com uma energia crua e muita rebeldia. Influenciado por ícones do rock como The Stooges, MC5, The Beatles, The Hives e, obviamente, The Hellacopters, o Devil’s Cigarette cria uma mistura única de rock ‘n’ roll enérgico, cru e acelerado. O som deles pode atrair tanto a geração mais jovem quanto os fãs experientes de rock, fazendo a ponte entre o rock clássico e o contemporâneo. cabe destacar que o álbum foi Gravado por Otto Perrin e mixado e masterizado por Robert Pehrsson, renomado por seu trabalho com The Hellacopters e Tribulation.

O trabalho abre com a faixa título, e de cara, percebemos nitidamente que poucos releases realmente entregam as influências de uma banda como a do caso em questão. Aquela urgência suja dos Stooges, o "descompromisso" do The Hives, A falta de preocupação do MC5, a simplicidade dos Beatles e a veia anos 70 do Hellacopters. Claro, não podemos esquecer que estamos falando de uma banda novata, em busca de uma maior identidade, mas isso já começa a aparecer de forma mais interessante em "I'm Bored". Com um andamento mais intenso e com "guitarras suecas" bem características, a faixa ganha o ouvinte pelo baixo "gordo", outro ponto em comum com seus conterrâneos. "Bright Red Eyes" tem um quê de Stones, mas a sujeira toma conta. No entanto, não tem a mesma energia que a s faixas anteriores. Já a celerada "Dirty Fingers", tem cara de pub esfumaçado, cheiro de palco no nível do público e amplificador dando problema. Ou seja, Rock 'n' Roll! "A A-A" (sim, esse é o título da faixa) é tão estranha quanto seu título, apesar dos bons momentos. E acreditem, eu encontrei algo de Pixies em alguns momentos de sua execução, o que fez com os pontos dela subissem no meu conceito...

"Radio Baby" é outro grande momento rocker do álbum, rápida, direta e certeira, ainda que me determinados momentos o "noise" apareça perdido por suas linhas. Agora, "This is a Hippie Killing Device" é tão legal quanto seu título, com uma energia intensa e vocais que soam extremamente desleixados. Se é proposital ou não, a verdade é que ficou bem legal dentro da execução. a veia "The Hives" surge imponente em "Come on to Me", com sua parede de guitarras e vai de encontro à urgência de "Ordinary Man", outro momento rocker sem frescuras. Pra fechar o álbum, "The Greyhound Grace",a faixa mais "acessível", por assim dizer. E na opinião deste que vos escreve, poderia tocar em qualquer rádio por aí, que passaria despercebida facilmente.

Já tendo protagonizado algumas situações bem típicas, como aprontar em um camarim que estava reservado a uma famosa banda punk sueca e, depois disso, terem sido proibidos de tocar no local, o DEVIL'S CIGARETTE dá mostras de que tem o tal de rock 'n' roll nas veias. MEET ME ON THE FLOOR TONIGHT é um álbum que não vai salvar o rock (até mesmo porque ele não precisa disso), mas te garante bons momentos tomando aquela cerveja bem gelada e esquecendo dos problemas cotidianos. E nos dias de hoje, isso já é algo mais do que louvável...

Sergiomar Menezes

SAXON - EAGLES OVER HELLFEST (2026)

 


SAXON
EAGLES OVER HELLFEST
Shinigami Records/Silver Lining Music - Nacional

Um álbum ao vivo do SAXON só pode significar uma coisa: HEAVY METAL! E é exatamente isso que temos em EAGLES OVER HELLFEST, que como o próprio título entrega, foi gravado no festival francês em 2024. A adrenalina que emana do álbum é intensa e quem já teve o privilégio de assistir o grupo ao vivo (sim, é um privilégio poder assistir a uma apresentação do quinteto), sabe do que estou falando. Divulgando seu mais recente trabalho, o ótimo "Hell, Fire and Damnation", lançado em no início de 2024, mesmo ano da apresentação no Hellfest, a banda traz 14 faixas onde podemos captar a energia, vibração e toda a atmosfera que que faz com que todo fã de Heavy Metal coloque o Saxon entre suas bandas preferidas. E o melhor de tudo: o álbum está saindo por aqui através da parceria da Shinigami Records com a Silver Lining Music.

Liderada pelo icônico vocalista Biff Byford, a banda conta com a precisão de Nigel Glockler (bateria), a solidez de Nibbs Carter (baixo) e a aclamada parceria de guitarras entre Doug Scarratt e o "recém-chegado" Brian Tatler (Diamond Head - outra lenda do metal britânico). A integração de Tatler marcou um novo capítulo na trajetória do grupo. Sua chegada trouxe uma vitalidade revigorante, traduzida em riffs intensos e uma química imediata com Scarratt, elevando o patamar das apresentações ao vivo.

Clássicos absolutos do metal mundial como "Denim & Leather", "Motorcycle Man", "Strong Arm of the Law", "Power and the Glory", "Heavy metal Thunder", "Dallas 1 P.M.", "The Eagle Has Landed", "Heavy Metal Thunder", "Wheels of Steel", "Crusader", "747 (Strangers in the Night)" (que música sensacional!) e a a mais do que espetacular "Princess of the Night", se unem a "Hell, Fire and Damnation" e "Madame Guillotine" num CD que quando você menos espera, acaba. E, automaticamente, você aperta o play novamente.

Não há muito oq ue dizer sobre EAGLES OVER HELLFEST. Clássicos do Heavy Metal, executados por uma das maiores bandas do estilo em um dos maiores festivais do planeta. Se tinha tudo pra dar certo, com certeza deu. Ouça alto. MUITO ALTO!

Sergiomar Menezes